sábado, 16 de julho de 2011

NÃO VOLTO ATRÁS



Por ANNA PERLA




Alguns processos são inevitáveis na vida de qualquer ser humano. Um deles acaba por tirar o nosso sono e nos deixar inquietos na busca de uma base onde fixar nossos pés. Mal percebemos e chega a hora: Deparamo-nos com a necessidade de ter que tomar ali uma DECISÃO.

Diariamente tomamos algumas decisões que já se tornaram tão mecânicas, que são tidas como totalmente sem importância por nós. Como sou apta aos pequenos detalhes, e acredito que são eles que constroem as grandes bases onde estruturamos as nossas vidas, creio também que tais decisões tão básicas são quem de certa forma norteiam nossos passos até que eles se deparem com a grandiosidade de um fato que mudará por completo a nossa história. Essas decisões básicas incluem, por exemplo, a escolha da roupa que vestiremos para ir ao trabalho àquele dia, ou o que comeremos no jantar. Parecem fatos rotineiros, sem valor e desinteressantes pra nós, mas acreditem, eles podem fazer toda a diferença.

Anthony Robbins disse: “É nos momentos de decisão que o seu destino é traçado”. De fato! A partir do momento que chegamos à bifurcação que divide a estrada, paramos e optamos por uma das veredas, estamos automaticamente traçando um novo rumo para nossas vidas. Nessa nova estrada, vamos nos deparar com diversos desafios, pessoas novas passarão e deixarão marcas em nós, surgirão novos sonhos, novas conquistas, enfim, uma escolha é uma abertura que damos ao novo em nossas vidas.

É importante analisar e atribuir um grau de importância para cada esfera da nossa vida. É indispensável priorizar aquilo que mais nos faz bem. É inevitável sofrer às vezes, afinal isso configura nossa condição humana. É valiosíssimo ter a força para levantar-se a cada tombo, e triunfante recomeçar e recuperar tudo que se perdeu. É lindo buscar o crescimento, se elevar, desenvolver-se, evoluir. É indispensável amar. E tudo isso é questão de escolha, de decidir, de permitir-se.

Embora eu possa parecer bastante complexa, posso ser simples no final. Gosto de ir direto ao ponto, de simplificar as coisas que são tidas como complexas demais pela maioria das pessoas, assim eu consigo compreendê-las melhor. É exatamente por isso que penso que na vida, todas as decisões que teremos que tomar podem se resumir em uma só. Essa decisão será o guia, e todas as outras apontarão na mesma direção que ela indicar. É simples: Podemos decidir ou não pela felicidade. É a partir dessa decisão que construímos nossa história.

Bom... Eu? Eu simplesmente decidi ser feliz e não volto atrás! Medo de sofrer? Não. Certamente sofrerei bem mais se não tentar.


Anna Perla
Graduanda do curso de Administração da UEPB e minha querida amiga.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

De uma infância esquecida.


Por Lilah Bianchi

Lilah é uma mãe hétero de um filho gay. Ela escreveu esse texto com base no que viveu quando seu filho falou para ela, "Mãe sou gay".

Quem é essa mulher de coragem?
"Sou Lilah Bianchi, 43 anos, professora universitária e escritora amadora. Carioca, mas já morei em Natal, Brasília, Belo Horizonte, Macaé e São Paulo. Atualmente estou perdida em La Paz, Bolívia, congelando nessa cidade onde nunca faz calor. Mãe do Lipe, do Vic, do Lucas e do Sal, que em 2005 escutou do filho “sou gay” e viu o mundo tomar uma virada inesperada. Do susto inicial, passando pelo medo do desconhecido até superar meus próprios preconceitos foi um longo caminho, com muito erros e muitas quedas. Comecei a escrever sobre isso como uma forma de organizar minhas próprias ideias confusas por que não havia ninguém para me ouvir. Hoje eu escrevo para os pais que passam pelo mesmo que eu passei, para os filhos que acabaram de sair do armário e não sabem como isso vai terminar, para os amigos que querem entender. Não sou psicóloga e nem tento ser, escrevo como mãe, a partir da minha experiência como tal. Sou uma mãe hétero de um filho gay, numa história ainda em construção. Se você é pai, mãe, irmão, filho, gay ou hétero, mas tentando entender, então vamos juntos nessa estrada."


De uma infância esquecida

O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem”.

Jair Bolsonaro, Deputado Federal

“Ele é gay. E foge de casa para se drogar, como mãe tenho que fazer o que é melhor para ele”

Cristina Mortágua, tentando justificar agressões ao filho de 16 anos


O tema é complexo. Sensível para alguns. Tabu para muitos. Mas gays não nascem aos 18 anos. Não fazem uma escolha consciente quando chegam a idade legal de consentimento. Eu acredito que gays nascem gays. E a ciência em grande parte concorda comigo. E assim como a sexualidade hétero não aflora aos 18 anos, a sexualidade gay também não. E quando eu falo de sexualidade que fique claro que não falo de atos sexuais, mas de tudo que a envolve: a descoberta do corpo, as brincadeiras, atração, identidade de gênero e etc.

E é nesse período de descoberta que os primeiros conflitos familiares costumam surgir. O menino afeminado que se recusa a jogar futebol, a menina que foge para andar com meninos e não quer usar o vestido, as reclamações da escola porque ele não se encaixa, os comentários maliciosos dos amigos e parentes, as cobranças. E não raro, explodem em violência física e psicológica.

O caso Mortágua (leia sobre o caso aqui) não é, infelizmente, uma exceção. Meninos e meninas homossexuais são oprimidos todos os dias, agredidos muitas vezes sem nem saber porque. Lembro de uma cena que assisti num shopping alguns anos atrás. Um menino de talvez 3 ou 4 anos no máximo, estava brincando na área de lazer e se aproximou de duas garotinhas que ninavam bonecas. Ele pegou uma das bonecas que estava no carrinho e imitou as meninas, ninando. Minutos depois, um homem visivelmente irritado, provavelmente o pai do menino, se aproximou, agarrou a boneca e arrancou dos braços do menino com violência. O menino, assustado, começou a chorar e ainda levou uma palmada por estar “fazendo escândalo”. Esse garotinho, do alto dos seus 3 anos, não tinha nem ideia do que havia feito de tão errado para ser repreendido dessa forma.

Com o passar do tempo, aos 10 ou 12 anos, quando a descoberta da sexualidade se impõe para héteros e homossexuais, esses conflitos podem ter tornado impossível a convivência. Na maioria das vezes, esses adolescentes vão fazer suas descobertas envoltas em muito medo e repulsa. Foram ensinados, desde muito pequenos, que existe algo errado em ser como são. Tiveram sua auto estima destruída por seguidas punições que não conseguiam nem entender a causa. Essa repulsa pode ficar tão grande e complexa que muitos vão levar anos para se aceitar, vivendo relações vazias, se auto sabotando ou mesmo caindo no abuso de alcool e drogas.

As pessoas nascem gays ou nascem hétero (ou bi) e não tem sobre isso qualquer responsabilidade ou culpa. Não existe nenhuma educação profilática que possa “extirpar” isso da personalidade delas. Ao agredir um filho, física ou psicologicamente, por que ele é gay, você não está resolvendo nada, mas comunicando a ele que existe algo errado com quem ele é. E essa traição do amor que deveria ser incondicional é uma ferida que dificilmente se fecha, as marcas de uma infância violenta e do abuso são cicatrizes que podem influenciar todas as escolhas que essa criança fará, quando for um adulto. O abuso ensina que não se pode confiar em ninguém. E essa é uma lição difícil de ser esquecida.

*Na foto, Lucas, meu filho, com 2 anos de idade. Ele segura o robe de veludo vermelho da avó. Ele tinha uma atração absurda por esse robe e aos 4 anos eu o peguei desfilando com ele, mas não tiramos fotos.

Fonte : Pará Diversidade http://paradiversidade.com.br/2010/?p=1729

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A sociedade que vivemos.

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Você já se pegou imaginando que vive em uma sociedade que não faz parte de você? Não tem características suas, não permite que você respire com naturalidade e leveza, e tenta sempre mudar os diferentes de algum jeito, tentando transformar seu cabelo, suas roupas, suas falas,seus valores e características peculiares. É, muitos se sentem assim.
Infelizmente vivemos em uma sociedade que o certo, correto, aceitável e bonito é ser branco, ter cabelos lisos, ser heterossexual e ter dinheiro para consumir (as pessoas gostam de viver modelos pré-existentes e fazer deles verdades absolutas). Essas características são muitas vezes repetidas em nossos discursos e fazem parte da formação do caráter de muitas pessoas.
Por que nos dias de hoje, em pleno ano onze do século vinte e um, temos que discutir sobre homossexualidade, pobreza, casamento, família, negritude como se fosse um mal do século. Pelo que lembro e sei, desde a antiguidade existem problemas familiares, casamentos problemáticos, homossexualidade entre a parte nobre dos impérios e pobreza que atingia os desmerecidos.
O Brasil é um país de território continental e belo pela própria natureza, e com isso, extremamente diverso, e tal como o nosso país, sua população tem suas diferenças, culturas, credos e muita diversidade.
Por que é tão difícil aceitar o diferente? Por que tanta intolerância? Se fizermos uma pequena reflexão veremos que o mundo é cheio de diferenças. Devemos reconhecê-las e começar a fazer o exercício da tolerância.
O negro não quer ser melhor do que o branco, ele quer ter os mesmos direitos e almeja que as pessoas olhem para eles com igualdade, com o mesmo respeito, sabendo que negros e brancos pertencem à mesma sociedade. Vivemos em uma sociedade que acredita na velha história de que negro nasceu para trabalhar em empregos de baixo nível, como se pertencessem a uma casta particular e inferior. Temos que sempre lembrar que o Brasil teve e tem suas cores pintadas com a cor da África e que o respeito é à base de uma boa convivência, de uma vida saudável, plena em sua essência.
A homossexualidade é discutida nos dias de hoje como se fosse um achado, algo que está na moda, na mídia ou algo parecido. Acredito que o está acontecendo é uma revolução da parte dos homossexuais que cansaram de está no armário trancados a sete chaves com medo que a sociedade hipócrita os julgue com suas "réguas" cheias de preconceitos regados durante anos pela sociedade que se julga moralista e dona de uma certa verdade. Basta parar e fazer uma pequena reflexão a respeito do assunto e questionar determinadas coisas como, porque homens casados e pais de família vão às boates gays namorar com pessoas de bens que pagam suas dividas, trabalham e são honestos? Esses homens não são pessoas horríveis, eles apenas encontram nos guetos o seu VERDADEIRO lugar, este lugar é sigiloso, pois nem nos pensamentos mais íntimos esses pobres homens têm o direito de sentir seus verdadeiros sentimentos e os guarda a sete chaves dentro do armário empoeirado.
Desejo que cada cidadão procure o seu verdadeiro EU e seja verdadeiro consigo, tendo o respeito como base do seu viver. Almejo ver uma sociedade critica, reflexiva, mas que tenha como base o respeito as diferenças.

Jânio Elpído de Medeiros

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Homens de salto.



Quem disse que homens não sabem andar de salto alto? Esse grupo canta e dança divinamente. Vale apena conferir.

Jânio Medeiros

sábado, 2 de julho de 2011

Respeite você mesmo.

"Viver é deixar de ser o que pensam de você para ser o que verdadeiramente és. Eu posso SER o que eu quiser, pois sou LIVRE" .


Pretendo viver com a plena consciência de que sou o que realmente penso e acredito, sem normas ou mesmo deveres criados por outrem que nem sabe quem eu sou de verdade. Sei muito bem que devo RESPEITAR todos, pois a base do bem viver é o respeito mútuo. Mas para que isso aconteça me respeito primeiramente. Espero viver, ainda que demore, em uma sociedade que saiba Respeitar de verdade, que seja a casa do dialogo e da tolerância, isso mesmo, tolerância significa [
Disposição de admitir, nos outros, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos] . Porque estou pensando nisso a uma hora dessa? Nossa! são 1;47 da manha de um belo sábado. Sei lá, deve ser porque gosto de pensar, refletir.

Tenho uma coisa a falar: "O que os outros pensam de você é apenas pensamentos alheios, eles podem até serem fundamentados por mentes pequenas e muita maldade, mas lembrem-se, você é o que pensa, você é o seu pensar e não o pensar do outro." Seja você mesmo, mesmo que isso custe caro, mesmo que os OUTROS não concordem, mas no fim, você terá a plena certeza de que viveu diante de sua verdade.

Respeite seu semelhante, mas antes se respeite.


Jânio Elpídio de Medeiros

sábado, 18 de junho de 2011

Sobreviver


Vivo no balanço do quase, no processo de reflexão, na busca por mim mesmo, Na esperança de dias melhores onde eu possa ser verdadeiramente livre. Livre dos olhares das serpentes que se preparam para mais um bote contra minha pessoa. Quero está livre dos julgamentos feitos apenas por fatores exteriores que são os que menos nos diz quem somos. É sabido que vivemos em uma selva com vários predadores, mas continuo a viver, pois temos o dever de se manter vivo. Tudo isso caracteriza o meu sobreviver.

Hoje é sábado, 22:09 e estou a refletir...

Jânio Elpídio de Medeiros

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Um mês nos braços de Maria – Eis o presente!


Saudemos a Maria, Virgem cheia de graça!
Nossa Igreja peregrina está no mundo e hoje sua devoção popular dá aos diversos títulos de Maria um presente. Esse presente encerra uma temporada bastante importante e significativa para a fé do povo que com fervor e ardor estiveram durante este mês de maio reunidos celebrando os louvores a Deus por sua mãe, a Virgem Imaculada. Maria, mãe dos discípulos e nossa, ensina-nos a escutar e servir sempre ao Senhor, por isso as homenagens são tão intensas e merecidas, já que temos uma mulher que muito bem soube ouvir a Deus.
Maria, mãe de Deus. Maria, senhora da Luz. Maria, senhora da anunciação. Maria, mãe da Amazônia. Maria, mãe de Fátima. Maria, rainha dos apóstolos. Maria, mãe do Carmo. Maria, senhora das Neves. Maria, virgem da Guia. Maria, mãe do Rosário e de Aparecida. Maria, virgem da apresentação. Maria, mãe de Guadalupe. Os diversos títulos perpassam todo o ano, passeiam pelo mundo e apontam para uma intimidade dos diferentes povos com aquela que foi a mãe de Jesus. Sua missão de educar e cuidar de Deus na Terra não foi fácil, e as vezes que apareceu nos evangelhos não atuou como figura central, mas como coadjuvante do plano da salvação, por isso a Igreja declarou-a co-redentora, já que foi por seu intermédio que Deus encarnou-se no mundo. Assim, o sangue de Jesus era o sangue de Maria: “O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com sua sombra” (Lc. 1,35a). Seus inúmeros títulos não minimizam, não tornam menos santa, não deixam-na no centro da vida dos católicos, mas, pelo contrário (sendo bem enfático), seus nomes tornam os cristãos íntimos do plano divino, exaltam a sensibilidade daquela que corre ao Filho quando os seus filhos “não tem mais vinho” (Jo. 2,3) e aproximam o Filho Jesus daquela a quem mais Ele quis bem em suas imagens, ícones e fotografias, (objetos de catequização e importância religiosa como temos nossas fotografias e objetos de “estimação”, pois guardam importantes lembranças de importantes pessoas, lugares, eventos).
Guardado para ser dado a cada ano, o presente do povo cristão nesse dia à Virgem Senhora Nossa traduz o privilégio e a gratidão de sermos filhos e filhas de Deus. Privilegiados, pois não querendo fazer mágica ou encantamento, o Criador escolheu uma mulher para ser a Mãe de seu Filho único, Jesus Cristo, o qual do alto da cruz, em suplícios de dores tem forças para dizer ao discípulo amado que a partir de então ela é sua mãe. Quem é o discípulo amado? É aquele que ama. O evangelista João, tanto na cruz, quanto no sepulcro vazio não alude para o nome de tal, afim de que entendamos que aquele que ama é que recebe a Mãe (Jo. 19,25-27), vê o sepulcro vazio e crê (Jo. 20,1-10). Gratos, pois apesar de chegados na Terra depois de Jesus, ele não nos deixa órfãos, pois seu Espírito, o “Advogado” (Jo. 14, 16) nos deu o discernimento através dos sábios padres e teólogos dizendo que a Mãe de Jesus pode recorrer por nós a seu Filho. Imaginemos qualquer pessoa pedindo-nos coisas quase impossíveis; imaginemos nossa mãe pedindo coisas inimagináveis! Movemos e desorbitamos o mundo a fim de atendê-la. O que dizer então de Jesus, filho de Maria, com os pedidos de sua santa mãe? O privilégio e a gratidão deram-nos a sábia proeza de celebrar um mês inteiro à mãe de Jesus, e aqui estamos nós, após séculos de devoção encerrando mais um “Mês de Maio”.
Maria ajuda-nos a entender que o mundo do barulho, da informação fácil, das relações interpessoais esfacelas, da vida humana sem valia, da criança educada pela escola e distante de seus pais ocupados, precisam ter cristãos, católicos, filhos seus que possam estar atentos às suas palavras: “Façam o que ele mandar” (Jo. 2, 5). Ele, Jesus, seu Filho, nasce e traz a salvação por intermédio dessa mulher, a “cheia de graça” (Lc. 1, 28), que muito bem soube servir ao Pai, por isso ele a coroa. A coroa? Sim, eis o presente! Maria filha do Pai, mãe de Jesus, morada do Espírito Santo é coroada hoje em suas diversas fotografias espalhadas pelo Brasil e pelo mundo como em Apocalipse: “e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap. 12,1). Das maiores catedrais às pequenas capelinhas, ou mesmo na rua (como é o caso da comunidade de fé Nossa Senhora de Fátima em Santa Luzia-PB), Maria revela-se aos filhos e filhas, “linda”, como diz Adriana, (música Senhora Rainha) e nós trazemos “presentes” para ofertá-la, afinal não há tempo melhor e de maior segurança do que aquele que estamos nos braços de nossas mães. E foi isso que aconteceu durante esse mês, passamos o mês nos braços de Maria!
Que aprendamos a ser filhos e filhas que dão alegria à sua mãe, Maria, Senhora de Fátima e de tantas nomes, porque:
“Não és deusa, não és mais que Deus,
Mas depois de Jesus, o Senhor
Neste mundo ninguém foi maior.”
(Pe. Zezinho, música “Senhora e Rainha”)


ROMMERYTO AUGUSTO
ALUNO DO CURSO DE HISTÓRIA - UEPB
SANTA LUZIA -PB