quarta-feira, 20 de abril de 2011

SEMANA SANTA, SEMANA DE AMAR.


Estamos em uma semana especial, é SEMANA SANTA.Acredito que não há momento melhor para uma boa REFLEXÃO.Nesta semana, todos encenam a paixão de Cristo, vê o sofrimento cruel de derramamento de sangue, humilhação, desprezo que Jesus, nosso Senhor, Sofre. Mas parece pouco todo esse sofrimento, pois não toca de forma significativa todos os que dizem acreditar Nele. Mas não vamos nos prender no sofrimento de Cristo, pois foi necessário para que pudéssemos obter nossa salvação, acho melhor me voltar as ensinamentos que ele deixou ao longo de sua breve vida. "Jesus ensinou que devemos amar aos outros como o Pai do céu nos ama".Pronto,isso BASTA. Vamos parar um instante e pensar... Se amassemos todos os nossos irmãos como Deus nos ama, a coisa no planeta seria bem diferente, não achas???? Calma, eu sei o quanto é difícil amar a todos. O que quero alertar com essas humildes palavras é a necessidade de amar nossos irmãos, e quando Deus fala em amar, é amar todos mesmo, negros, índios, homossexuais, presos, pobres, prostitutas,em fim, os que estão a margem dessa sociedade que se julga PERFEITA. Cuidado sociedade perfeita para não fazer como os fariseus, os doutores da lei que tudo sabia, mas que não soube se quer reconhecer o messias, o filho de Deus.

Deus ama a cada um de nós... NÃO DEIXE QUE NINGUÉM DIGA QUE DEUS NÃO TE AMA.

DEUS TE AMA MUITO... SEJA FELIZZZZZZ

DESEJO UM EXCELENTE SEMANA SANTA.

JÃNIO ELPÍDIO DE MEDEIROS

sábado, 26 de março de 2011

Declaração dos direitos da criança



1º Principio

Todas as crianças são credoras deste direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua,religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.

2º Princípio

A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e deve ter oportunidade para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio

Toda Criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade

4º Princípio

A Criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequada, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e proteção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio

A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio

A Criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer , sempre que possível, sob a proteção dos pais, num ambiente de afeto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outras natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio

A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo , seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. OS melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar,aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmo da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio

A criança , em quaisquer circunstância, deve estar entre os primeiros a receber proteção e socorro.

9º Princípio

A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligencia, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10º Principio

A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência de que seu esforço e aptidão devem ser opostos a serviço de seus semelhantes.




Em resumo, as Crianças tem muitos direitos e bom que fique bem claro a todos os que são responsáveis por elas, que lugar de Criança é na escola, na rua brincando com os colegas, em fim, em um ambiente sadio e cheio de felicidade.lembre-se que a criança de hoje será o adulto de amanhã. Acredito que queremos adultos responsáveis e gestor de sua vida, e para isso, é necessário muito carinho e amor para com as crianças.

Jânio Elpídio de Medeiros.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Água, cotidiano e Direitos Humanos




Já vão minhas saudações
Aos leitores atentos
Pois num dia como esse
Vou falar de um alento
Que mais do que um recurso
Garante o nosso sustento

Hoje é dia mundial da água
Cristalina e sem sabor
Mas gostaria de saber
Que ser humano não provou
Uma água de beber
Com gosto e odor.

Discuto Direito Humano
Não posso deixar de falar
Mas esse líquido da natureza
Não parece chegar
Em todo lar e pessoa
Que sem ele não pode continuar.

Continuar a viver no mundo
Que a cada dia parece mais poluído.
Mas queria saber se algum animal
Que não pensa e é atrevido
Faz essa água ficar suja
Matando seres vivos.

A água que aprendi na escola
Em lugar nenhum encontrei
Porque a professora me ensinou
E aquilo que estudei
Foi a água inesgotável
Mas isso já desprezei.
A vida que a Declaração Universal garante
Não consigo ver sem a fluidez
O ser humano que se transforma
Com toda sua intrepidez
Não pode considerar um direito
Água pelo ralo toda vez.

Parece todo mundo se interessar
Pelo tema nesse dia
Mas não pense que é assunto anual
Pois me dá uma agonia
Saber que ela pode faltar
E deixar de ser garantia.

Tanto aqui como acolá
Não falta água na torneira
Mas ninguém faz caso dela
Enquanto ver na cumeeira
A marca de molhado da chuva
E um chuveiro funcionando e de primeira.

Artigo quarto da Declaração
Ninguém é servo, nem escravo
Mas já vi em muito lugar
Um futuro encravado
De doença e insalubridade
Condição subumana onde foi encaixado.

Atribuo à discussão de hoje
Um assunto muito atual
O uso de um líquido precioso
De presença mundial
Entretanto não pense nunca
Que ele não pode ter final.

No ambiente da academia
Para além das ciências biológicas
A água deve ser assunto
Das Humanas e da lógica
Pra mais que um tema de aula
Deve estar na prática pedagógica.

Não pense que a discriminação
Que no nosso país é um crime
É um mero soltar de palavras
Afinal quando você não exprime
A indignação democrática e legal
Do pobre ter água boa, pra mim é um crime.

Na escola a professora fala,
No jornal não pode faltar
Até nessa rima que você lê
Vira assunto popular
Mas só queria pedir uma coisa:
Não deixe água se extraviar!

O assunto só vira notícia
Quando a caixa d´água está vazia
Mas não pense que é só no sertão
Lá na minha cidade Santa Luzia
Que a água pode faltar.
Só em pensar já angustia.

Todo mundo pode ir e vir
Isso já é garantido por lei
Mas vejo em muita estrada por aí
O lixo que um dia joguei
Terminou num rio poluído
Isso eu nunca pensei.

Viver um dia como esse
É refletir sobre o que faço
E aprender que água boa
Não é aquela que desgraço
É lembrar que na hora do meu banho
A natureza é atingida por um balaço.

Sei muito bem que é no dia-a-dia
Que consigo aplicar numa boa
Aquilo de que estou a tratar
E para todo ser humano soa
Como mais uma recomendação
Mas agora não pode passar a toa.

Se garantiram a propriedade,
A nacionalidade também,
Vejo-as na Carta Universal
A água ficou aquém
Apesar de não está expressa
Não se ignora a ninguém.

Em pleno século de transformação
A tecnologia se espalha
O dia de hoje ressalta,
O clima vira fornalha,
Tudo o que a gente espera
É ver água na calha.

Pra terminar e continuar
Não quero esse texto no seu email
Quero a água pra todos
Os de hoje, de amanhã e os de “primeiro””
Pra deixar esse líquido raro
Nunca deixar de fazer parte do meio.

Guarabira - PB, 22 de março de 2011
Rommeryto Augusto Oliveira de Morais
-UEPB – CH – CRDHA - História

terça-feira, 22 de março de 2011

A armadura que visto.


Acho que a armadura que visto já não me serve mais. Talvez esteja na hora de me despir do que me protege de tudo, inclusive do que eu deveria sentir. Mas é com cuidado que me livro dela, com bastante cautela. Não quero que alguém me veja desprotegido e tente me atingir, pois confesso: ainda sou fraco. Sou fraco por não possuir domínio do que tentava me abater, sou fraco por precisar de algo que não me pertence pra me proteger. Fraco por não deixar que me firam para que eu possa sentir a dor e aprender a me restituir dela. Mas preciso de coragem por que sei que quando me despir, e vou, vão me machucar como antes. Vou me ferir, vou sentir a dor, gritar, chorar, implorar para que ela vá embora. Vou olhar para minha armadura e querer vesti-la novamente. Mas mudarei de idéia assim que a dor passar, por que vou aos poucos me tornar uma pessoa mais forte e quanto mais feridas surgirem, mais rápido elas cicatrizarão, menos dor irei sentir e mais atento eu vou estar. Prepararei-me melhor para novas experiências, e como tudo tem dois lados, saberei com o tempo aproveitar melhor os momentos que elas proporcionam, momentos de entusiasmo, de alegria, de ansiedade, momentos que irão fazer meu coração bater mais rápido e que me lembrarão que estou mais forte e mais experiente. Momentos que vão me fazer olhar para traz e saber que aquela velha armadura, que antes usava, já não me pertence mais.

Eddy Souza

sexta-feira, 18 de março de 2011

Japão: Viver é fundamental.




O japão vive hoje uma tragédia que assusta, alerta e nos coloca em plena REFLEXÃO. É preciso olhar essas imagens e refletir sobre tudo o que nos cerca, envolve e pertence ao nosso ser. Passamos horas e horas trabalhando para dar o melhor para nossos filhos, vida cheia de regalias e quase sempre esquecemos de ensinar que somos fracos diante de determinadas coisas, inclusive da força da natureza.
Por que tem que acontecer tudo isso ????
É melhor não fazer essa pergunta... Prefiro refletir e tirar alguma lição dessa catástrofe.
Será mesmo que tanto sofrimento alheio pode nos trazer alguma lição de vida? Hoje mesmo estava super preocupado com alguns problemas e durante o jornal entrei em um processo de reflexão a respeito do meu problema e o problema de milhares de pessoas que vivem ou tem parente no japão. Sabe qual foi o resultado de toda essa reflexão? percebi o quanto eu sou EGOÍSTA, O QUANTO EU PENSO O MUNDO NUM SENTIDO VERTICAL, EU E DEUS. Precisamos entender de uma vez por todas que vivemos na terra e que nossa relação com Deus começa pelo exercício de viver de forma horizontal, ou seja, vivendo em plenitude com nossos semelhantes. Assim faremos acontecer o reino de Deus. e não existe época melhor do que a quaresma para começar-mos esse exercício.
Nesse momento existe várias pessoas NO JAPÃO pedindo... POR FAVOR ME AJUDE.
Já que não posso fazer muita coisa por eles, fico aqui refletindo e tentando entender a vida.

Boa sorte para o provo do japão.
Que Deus abençoei...

Jânio Elpidio de Medeiros.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Profissão de Fé


Eu tive tudo para não ser professor. Nasci com a alma um tanto alada e, ser professor me obriga a andar com os pés presos ao chão...

Meu pai decidiu, sem consultar-me, que eu seria carpinteiro ou motorista... Nunca disse que não. Apenas achei que jamais me satisfaria à limitação de uma carpintaria ou de um volante e uma estrada.

Resolvi talhar mentes, esculpir atitudes, envernizar corações, lustrar almas, montar futuros, indicar caminhos, apontar direções. De certa forma sou o que meu pai desejou: sou professor.

Sei que muitos de nossos meninos e meninas saem do alcance de nossas vistas sem o brilho ou a polidez necessários porque, muitas vezes, “lixas” e “verniz” estão em falta...

Vinte e cinco anos se passaram desde que resolvi fazer parte da vida destes meninos e meninas que a mim vieram com sede de saber. Vinte e cinco anos que me mostraram a minha verdadeira importância e missão no mundo: ser luz.

Sou professor porque acredito na transformação do ser humano e do mundo. Muitos não acreditam em mim, eu sei. Isto é normal. Nem governos, nem famílias, talvez nem companheiros de profissão. Mas a mim não me importa o crédito alheio. O Mestre dos Mestres ainda hoje desperta interrogações e quase sempre é ignorado e nem por isso deixa de exercer um fascínio sobre a humanidade, mudando-lhe os rumos e as atitudes. Defendo o que penso sabendo que penso para o bem. Defendo minhas convicções não por achá-las melhor do que as de ninguém, mas por achá-las melhor do que a mim mesmo. Afinal, a cada dia preciso estar melhor.

Há exatamente 25 anos pisei pela primeira vez o chão vermelho de uma sala de aula com a curiosidade de uma criança e com a vontade de um idealista. Foram anos de batalhas até contra mim mesmo porque meus conceitos foram sendo transformados por experiências novas.

Sempre fui instigado a conhecer e a desvendar mistérios. Nunca, porém, consegui entender por que a minha profissão é encarada como “biscate” por uns tantos ou como “bico” por outros.

Entre os desgovernos atuais, de total intransigência e desvalorização do magistério, fico a refletir sobre algumas posturas destes homens que também tiveram professores, mas parece que nunca aprenderam o real valor de quem ensina. Esses homens de memórias curtas nunca compreenderam que sem o professor não se abrem caminhos, não se descortinam horizontes, não se chega a lugar algum.

Tudo na educação virou marketing pessoal. É uma verdadeira vitrine de merchandising. A publicidade dos “feitos” dos governos é assustadora. Deveriam ganhar prêmios aos montes nesta categoria. Deveriam levar o troféu “imprensa” da propaganda enganosa. Ninguém faz mais propaganda do que os governos, de suas políticas educacionais, ambientais e outros “ais”. E as escolas continuam sendo alvos de críticas infundadas, seus alunos, frutos forçados, e seus professores, cobaias do sistema.

Recebendo o pouco e irrisório salário, professores sem motivação e sem saída são obrigados a dobras de turnos e de esforços, sobrecarregando-se cada vez mais com “experiências” que nem sempre dão certo. Além disso, são obrigados, pela ausência da família e da sociedade, a serem tudo, menos professores.

A educação nunca prioriza a habilidade, mas escancara as suas portas e, pela mão-de-obra barata, paga mal aos seus servidores, porque professor não é artigo de luxo e se encontra em qualquer esquina.

Nunca se ouviu falar tanto em educação de qualidade. Nunca nossos alunos saíram tão despreparados de nossas escolas. Nunca nossos professores estiveram tão indignados com a sorte (ou azar!) de suas profissões.

Servidores (escravos do sistema!) reivindicam apenas o legal e são escorraçados das praças, muitas vezes agredidos física e moralmente porque não aceitam a condição de servos diante de uma política que nada tem a ver com a vida e a realidade da classe.

O poder público, “deitado em berço esplêndido”, tapa os ouvidos aos apelos de quem dá ao estado e ao país índices (suadíssimos) de proficiência.

Apesar disso, sou professor e me orgulho de sê-lo. Tenho fé na possibilidade de um mundo melhor pela educação. Não posso me sentir desencorajado porque ao meu lado caminham homens e mulheres descrentes. Como homem, sou frágil, sujeito a reboque vez ou outra. Acredito na minha força enquanto educador porque acredito na força transformadora que o conhecimento traz.

O ser humano só pode ser educado por pessoas que foram também educadas. Infelizmente, nem todos tiveram essa sorte.

Fábio Gonçalves,
professor e escritor, Água Boa (Claro dos Poções) - MG.
Endereço eletrônico: fabioaguaboa@r7.com


Você pode ler no site do Mundo Jovem
http://www.mundojovem.pucrs.br/artigo-profissao-de-fe.php

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Ato de Perguntar.


Por quê? Para quer? Como? Porque deve ser assim? O ato de perguntar é simples e faz parte do nosso dia-a-dia, pois é fundamental e se faz necessário que o ser humano queira entender como funcionam algumas coisas, busca respostas para melhor viver ou entender o que estar ao seu redor, e por muitas vezes, é preciso perguntar para que haja esse entendimento. As perguntas são feitas por muitos, sejamos nós alunos, professores, cientistas, pois como dizem, as perguntas movem o mundo. Também é fato que quem pergunta sempre quer uma resposta. Acho que existem várias respostas para a mesma pergunta, pois até o silencio é uma resposta.
A filosofia é muito baseada em perguntas. “Eu imagino que a filosofia busca uma atitude precisa: perguntar. E perguntar, não para encontrar imediatamente respostas. Perguntar para que respostas sejam dadas e voltar a fazer perguntas sobre as respostas que foram dadas. È nunca abrir mão da atitude crítica, sabendo que é uma atitude desgraçada, na medida em que não teremos nunca a vantagem de quem, em um navio, possui um mapa, uma bússola, todos os aparelhos eletrônicos, de tal modo que o piloto possa até mesmo dormir e o navio vá sozinho para o seu destino. A idéia de assumir até o fim um pensamento crítico é aceitar que navegamos sem mapa, sem bússola, no máximo talvez com uma estrela, e que essa estrela seja: continuar perguntando.” (Marilena Chaui)
Mas não é preciso viver fazendo perguntas filosóficas em todos os momentos de nossas vidas. É importante que se pergunte e não se contente com as respostas fáceis, rápidas e sem profundidade, é fundamental refletir a respeito das respostas e se preciso refazer as perguntas. Todo critico tem como maior ferramenta O ATO DE PERGUNTAR, pois quem pergunta; faz uma investigação, uma análise, coloca o outro em crise.
Uma coisa que percebemos sempre são pessoas que fazem perguntas “sem noção” e não tem o mínimo de respeito pelos entrevistados. Eu tenho um conselho: Para perguntas “sem noção” é preciso respostas inteligentes, cheias de sarcasmo e jogo de cintura, mais tenha paciência e educação para responder essas pessoas (eu sei que é difícil ter paciências com essas pessoas). Na escola perguntar é necessário (eu sei que tem professores que não gostam de alunos que perguntam), pois a curiosidade do aluno é o que leva muitas vezes a aprendizagem significativa.
Jesus Cristo, muitas vezes respondia seus inimigos com outras perguntas deixando-os perdidos, porque a pergunta feita na hora certa, com argumentos certos deixa qualquer um tremendo na base. As vezes devemos por em pratica a pedagogia de Cristo.
Em resumo, continue perguntando e analisando as respostas. PERGUNTAR E RESPONDER pode nos levar a muitos lugares. Guiados por essa estrela do perguntar conseguiremos entender melhor o nosso ser, onde vivemos e com quem vivemos, o que poderemos um dia ser depois de tanta reflexão.

Jânio Elpídio de Medeiros